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MITO_VS_DADOS

O Feed da Comparação

A CRENÇA

Criticar o corpo mantém você motivado — pegue leve consigo e você vai deixar tudo desandar.

THE DATA

Em um ensaio controlado randomizado, três semanas de prática de autocompaixão — o oposto da autocrítica — reduziram a insatisfação e a vergonha corporal e aumentaram a apreciação do corpo em comparação com o controle. Nos dados, a gentileza com o corpo superou o crítico.

A CRENÇA

Checar — o espelho, a balança, beliscar, comparar fotos — mantém você no controle.

THE DATA

Uma revisão sistemática da checagem corporal mostra que ela só traz um alívio ou uma reasseguração breve no momento, enquanto ao longo do tempo está associada à manutenção da insatisfação corporal e do sofrimento ligado a transtornos alimentares — a checagem sustenta a preocupação que promete acalmar.

A CRENÇA

Dizer 'estou horrível' com as amigas é um vínculo inofensivo — todo mundo faz.

THE DATA

Quase todo mundo faz mesmo — 93% das universitárias em um estudo — mas sua frequência está associada a maior insatisfação corporal e a uma internalização mais forte do ideal de magreza. O ritual é uma cola social real, e ainda assim anda junto de se sentir pior com o próprio corpo.

POR QUE A CRENÇA PERSISTE

Autoobjetificação

A autoobjetificação é o hábito de ver o próprio corpo de fora — como um objeto para ser olhado e avaliado — em vez de por dentro, como aquilo com que você vive

Vigilância corporal

A vigilância corporal é o motor comportamental da autoobjetificação: monitorar persistentemente como o seu corpo aparece — em espelhos, vitrines, fotos, no olha

Fat talk

O fat talk é a fala negativa ritualizada sobre o próprio corpo — 'estou enorme nisto', 'preciso emagrecer' — trocada socialmente, geralmente na expectativa de r

OS ROTEIROS QUE ELA GERA

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O corpo daquela pessoa é a prova de que estou errando na vida

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