ARQUIVO_DE_PESQUISA
Renee Engeln
Northwestern University
Conhecido por:Pesquisa quantitativa sobre o fat talk e a fala corporal negativa entre mulheres
Descobertas-chave
- 2011
Com Rachel Salk, constatou que 93% das universitárias relatavam praticar fat talk com amigas; sua frequência estava associada à insatisfação corporal e à internalização do ideal de magreza mas não ao IMC, e a resposta mais comum era a amiga negar que quem falava estivesse gorda — um ciclo que convida à repetição. "If You're Fat, Then I'm Humongous!" Frequency, Content, and Impact of Fat Talk Among College Women ↗
- 2012
Com Salk e Miller, desenvolveu e validou a escala de Negative Body Talk, dando à pesquisa uma medida padronizada dos comentários negativos das mulheres sobre os próprios corpos e vinculando-a à insatisfação corporal e a desfechos relacionados. Assessing Women's Negative Commentary on Their Own Bodies: A Psychometric Investigation of the Negative Body Talk Scale ↗