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PESQUISADORES

A ciência do gaslighting no trabalho: por que duvidar de si mesmo não é um defeito de caráter

3 os pesquisadores por trásQuando um chefe nega o que disse, um colega respalda a versão do chefe e o RH trata seu histórico de provas como um incômodo, a confusão que você sent

University of Oregon

Jennifer J. Freyd

Conhecido por:A teoria do trauma de traição, a traição institucional e o modelo DARVO

Descobertas-chave

  1. 1996

    Propôs a teoria do trauma de traição: a dependência de uma pessoa ou sistema que trai motiva a mente a permanecer alheia a essa traição, para preservar um vínculo necessário.

  2. 2014

    Coautora da formalização da 'traição institucional' como o dano causado por uma instituição ao não prevenir ou não responder com apoio a uma má conduta — um dano à parte que se soma ao original.

  3. 2017

    Coautora do primeiro teste empírico do DARVO, constatando que cerca de 72% das pessoas confrontadas por sua má conduta negaram, atacaram e inverteram os papéis de vítima e agressor ao mesmo tempo, e que um uso mais intenso previa mais autoculpa em quem confrontava.

University of Oregon (Freyd Dynamics Lab)

Sarah J. Harsey

Conhecido por:Pesquisa empírica que estabeleceu o DARVO como uma estratégia mensurável do agressor e testou seus efeitos sobre observadores

Descobertas-chave

  1. 2017

    Descobriu que os três componentes do DARVO — negar, atacar, inverter vítima e agressor — coocorriam em cerca de 72% dos confrontos reais, e que um uso mais intenso do DARVO previa maior autoculpa em quem confrontava o responsável.

  2. 2020

    Descobriu que observadores expostos a uma resposta DARVO de um agressor — em comparação com a simples negação — avaliavam o agressor como mais confiável e a vítima como menos confiável.

University of Michigan

Paige L. Sweet

Conhecido por:Teoria sociológica que reformula o gaslighting como um processo estrutural baseado em poder, e não uma simples tática individual de manipulação

Descobertas-chave

  1. 2019

    Argumentou que o gaslighting é um processo estrutural baseado no poder de gênero e institucional, e não apenas a tática de um manipulador individual — quem controla a credibilidade controla o que conta como 'realidade'.

  2. 2019

    A partir de entrevistas com sobreviventes, descobriu que o gaslighting funcionava menos por meio de truques psicológicos individuais e mais porque os agressores se aproveitavam de instituições — tribunais, médicos, empregadores — estruturalmente predispostas a acreditar neles em vez de na pessoa visada.

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