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A ciência da amizade adulta e da solidão: por que o sinal não é um veredito

A história que a solidão te conta — que algo está errado com você, que as pessoas não gostam de você de verdade, que a amizade deveria simplesmente acontecer — não bate com cinquenta anos de dados. A pesquisa descreve a solidão como um sinal evoluído, como a fome, não como um defeito de caráter; mostra que as pessoas sistematicamente gostam de nós mais do que imaginamos depois de uma conversa; e descobre que a amizade adulta é, em grande parte, uma questão de dose — cerca de 50 horas compartilhadas para virar amigo casual, mais de 200 para virar amigo próximo. Veja como a ciência se moveu e o que ela realmente encontrou.

50%mais chance de sobrevivência para pessoas com relações sociais mais fortes, em 148 estudos e 308.849 participantes — comparável a fatores de risco estabelecidos como o tabagismo200+ hrsde tempo compartilhado antes que alguém normalmente conte como amigo próximo — cerca de 50 horas levam a amigo casual, uns 90 a amigo12%dos americanos relataram não ter nenhum amigo próximo em 2021 — contra 3% em 1990, o número central por trás da 'recessão da amizade'26%mais probabilidade de mortalidade associada à solidão em dados metanalíticos — 29% para o isolamento social, 32% para morar sozinho
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