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Jamie M. Ostrov

University at Buffalo, The State University of New York

Conhecido por:Pesquisa do desenvolvimento sobre as formas e funções da agressão relacional, de medidas na primeira infância a autorrelatos adultos

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Transforme um pensamento que esta pesquisa explica em um passo claro.

O PENSAMENTO

Elas saíram sem mim — estão me tirando

SUA RESPOSTA GRAVADA

Elas foram a um café sem mim. Isso ainda é só um café.

UM PASSO PRIVADO

Abra a galeria ou o feed e escolha uma imagem de encontro qualquer. Observe por 30 segundos os objetos visíveis — copos, pratos, mesas, mãos — e escreva em um bloco de notas só três fatos neutros sobre a cena, sem interpretar intenção.

Descobertas-chave

  1. 2010

    Em 1.387 adultos, um autorrelato validado distinguiu a agressão relacional proativa, reativa e romântica — com a agressão relacional reativa ligada de forma única a histórico de abuso, vieses de atribuição hostil e sofrimento diante de provocações relacionais ambíguas, e elevada em adultos com transtorno explosivo intermitente. Proactive, reactive, and romantic relational aggression in adulthood: Measurement, predictive validity, gender differences, and association with Intermittent Explosive Disorder

  2. 2010

    Um modelo integrado de agressão ligado ao gênero propõe que a identidade e os esquemas de gênero moldam qual forma de agressão as crianças adotam — elas tendem a preferir o comportamento agressivo coerente com seu gênero — expandindo a teoria do processamento de informação social em vez de tratar a agressão relacional como exclusiva de um gênero. Toward an integrated gender-linked model of aggression subtypes in early and middle childhood

Áreas de pesquisa

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