ARQUIVO_DE_PESQUISA
Donald W. Winnicott
Paddington Green Children's Hospital, London
Conhecido por:A 'mãe suficientemente boa' — o argumento, a partir de décadas de prática pediátrica, de que o cuidado comum e imperfeito, não a perfeição, é o que o desenvolvimento saudável exige.
VER A PRÁTICA
Transforme um pensamento que esta pesquisa explica em um passo claro.
O PENSAMENTO
“Tenho que dar a eles tudo o que eu não tive”
SUA RESPOSTA GRAVADA
“Estou confundindo infância segura com infância repleta. Uma não exige a outra.”
UM PASSO PRIVADO
Escolha um dia e anote em silêncio, sem planejar mudanças, cada coisa que seus filhos fizeram ou pediram que os deixou genuinamente feliz. Depois conclua se a maioria exigiu dinheiro, compra ou planejamento avançado.
Descobertas-chave
- 1953
Introduziu a 'mãe suficientemente boa': falhas graduais e toleráveis de adaptação de um pai comum e dedicado não são dano — são a forma como a criança aprende a lidar com a realidade. Transitional Objects and Transitional Phenomena — A Study of the First Not-Me Possession ↗
- 1960
Argumentou que o papel dos pais muda com o tempo: adaptação quase completa ao bebê no início, depois progressivamente menos — o 'falhar' é necessário ao desenvolvimento, dosado conforme o que a criança consegue suportar. The Theory of the Parent-Infant Relationship (Int. J. Psycho-Anal., 41) ↗