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A ciência da dinâmica de equipes esportivas: coesão, folga social e hierarquia de vestiário

As histórias que os atletas contam a si mesmos sobre seus times — 'a gente simplesmente não se encaixa', 'eles não se esforçam', 'eu sou o elo fraco' — geralmente ignoram a ciência real do comportamento em grupo no esporte. Desde 1913, pesquisadores documentam que o esforço individual cai discretamente em grupos (Ringelmann, depois Latané e colegas), que papéis pouco claros — não preguiça nem falta de talento — preveem baixo desempenho e insatisfação, e que a própria coesão se divide em dimensões de tarefa e sociais separadas que nem sempre andam juntas. Veja como a ciência da dinâmica de equipes se desenvolveu, e o que ela realmente diz sobre por que times se encaixam, relaxam ou se fraturam.

TESTE-SE · Quanto você sabe desta ciência?

  1. 01 O que os experimentos de puxar corda de Max Ringelmann (1913) descobriram sobre o esforço em grupo?

    Ringelmann constatou que a força por pessoa caía de forma constante conforme os grupos cresciam, com grupos de 8 produzindo apenas cerca de 49% da capacidade individual somada — a evidência documentada mais antiga do que se tornaria conhecido como folga social. fonte

  2. 02 Que termo Latané, Williams e Harkins cunharam em seu estudo de 1979 sobre gritar e bater palmas em grupo?

    Latané, Williams e Harkins chamaram a queda no desempenho individual dentro de grupos de 'folga social', distinguindo o componente motivacional da mera perda de coordenação, em 'Many Hands Make Light the Work' (1979). fonte

  3. 03 Segundo o modelo conceitual de Carron (1981), como a coesão de time é melhor descrita?

    Carron propôs que a coesão se divide em coesão de tarefa (unidade em direção a metas compartilhadas) e coesão social (atração interpessoal), cada uma avaliável tanto no nível do grupo quanto individual — um time pode pontuar de forma diferente em cada dimensão. fonte

  4. 04 No modelo de Beauchamp, Bray, Eys e Carron, o que é 'ambiguidade de papel'?

    O modelo define a ambiguidade de papel em quatro dimensões — escopo das responsabilidades, exigências comportamentais, critérios de avaliação e consequências de não cumprir o papel — tanto em contextos ofensivos quanto defensivos, e a associa a pior desempenho de papel. fonte

  5. 05 O que Graupensperger e Tisak (2018) descobriram sobre o comportamento no vestiário entre jogadores jovens de hóquei no gelo?

    Entre 238 jogadores jovens de hóquei no gelo, as percepções do comportamento pró-social dos colegas no vestiário se associaram positivamente à coesão de tarefa, enquanto as percepções do comportamento antissocial se associaram negativamente. fonte

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