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A ciência da culpa do segundo filho: por que o amor se multiplica, não se divide

'Como posso amar outro filho tanto quanto o primeiro?' é a pergunta que quase todo pai ou mãe esperando um segundo filho faz — e a ciência do apego tem uma resposta clara: da mesma forma que você amou o primeiro. A teoria do apego de Bowlby e Ainsworth mostra que os vínculos seguros não são uma torta de tamanho fixo a ser dividida, mas uma capacidade que se expande com cada relação. As décadas de pesquisa de Judy Dunn sobre irmãos confirmam que as dificuldades de adaptação do primeiro filho após o nascimento de um bebê são reais — e temporárias, resolvendo-se tipicamente em poucos meses. O medo de capacidade insuficiente é a distorção; os dados mostram que o amor parental é generativo, não racionado.

~80%dos pais esperando um segundo filho relatam ansiedade pré-nascimento sobre amar o novo bebê tanto quanto o primeiro — um medo que a pesquisa de apego mostra que é quase universalmente resolvido em semanas após o nascimento12 monthsjanela de resolução típica para perturbações comportamentais do primogênito após o nascimento de um novo irmão — a pesquisa longitudinal de Volling mostra que a maioria das dificuldades de ajuste atingem o pico cedo e se resolvem dentro do primeiro anoadditivenão divisivo — como a teoria do apego categoriza a capacidade de amor parental: cada novo vínculo seguro é construído sobre o sistema de apego existente do pai, não retirado delesensitivity > timeo fator chave no apego seguro para ambos os filhos após um segundo nascimento — a pesquisa de Teti mostra que a sensibilidade parental e a disponibilidade emocional preveem a segurança do apego mais do que a alocação total de tempo
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