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A ciência dos relacionamentos com diferença de idade: por que o problema costuma ser a sala, não a relação

'Caça-fortuna.' 'Ele está desperdiçando os melhores anos dela.' 'Ela vai te deixar por alguém da idade dela.' Seja qual for a forma do roteiro, os dados mais sólidos da ciência dos relacionamentos sobre diferença de idade não apontam os anos de diferença como o que quebra os casais. Apontam a desaprovação percebida — se preparar para um olhar, um comentário, um parente que nunca aceita de verdade — como o preditor mais forte de menor compromisso e maior risco de término. A diferença de idade em si deixa sua própria marca, menor, ao longo do tempo. Mas o mecanismo que age mais rápido costuma ser o que roda na sua cabeça, não o que está nas certidões de nascimento.

18%mais chance de divórcio associada a uma diferença de idade de 5 anos entre cônjuges em comparação a um casal da mesma idade, em uma análise de mais de 3.000 casamentos — uma correlação, não prova de que a diferença seja a causa215pessoas acompanhadas por 7 meses no estudo em que a marginalização percebida — não a qualidade medida do relacionamento — previu quem terminava, atuando inteiramente por meio de uma queda no compromisso101casais de namorados acompanhados em três ondas, no estudo que descobriu que o apoio percebido — não o real — da rede social previa se o relacionamento sobrevivia6–10 yrspor quanto tempo durou a vantagem de satisfação conjugal de ter um cônjuge mais jovem antes de se desgastar, segundo os dados do Journal of Population Economics
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