REALITYWIPE

EM_NÚMEROS

A ciência da ansiedade do novo gestor: por que a promoção não parece merecida

"Fui promovido porque sou bom no trabalho, então vou continuar fazendo o mesmo trabalho, só que melhor, na frente." Parece um plano. A pesquisa sobre a transição para a gestão conta uma história mais dura: cerca de 60% dos novos gestores rendem abaixo do esperado ou fracassam de fato nos primeiros dois anos, e as dificuldades mais graves se concentram em quem é promovido dentro da própria equipe. Ter autoridade formal sobre pessoas que até o mês passado eram seus colegas gera uma ansiedade bem específica — uma distância entre o cargo na porta e a legitimidade que você realmente sente ao atravessá-la. Sem ser nomeada, essa ansiedade empurra as pessoas para dois hábitos custosos: perseguir aprovação em vez de respeito, e evitar as conversas de feedback direto que os próprios liderados dizem querer mais. Nada disso é um problema de personalidade. É uma colisão previsível e bem documentada entre a psicologia da autoridade e a psicologia de ser querido.

60%dos novos gestores rendem abaixo do esperado ou fracassam de fato nos primeiros dois anos, segundo pesquisa rastreada pela CEB/Gartner amplamente citada na literatura de liderança82%das vezes, as organizações promovem alguém a um cargo de gestão sem o talento específico que a função realmente exige — a excelência técnica substitui a aptidão gerencial1 in 3das intervenções de feedback, em centenas de estudos, na verdade pioraram o desempenho de quem recebeu — o risco real do feedback está na entrega, não no ato de falar10–15%das pessoas de fato atendem aos critérios de autoconsciência, apesar de a grande maioria acreditar que já a possui — uma lacuna que aumenta, não diminui, assim que alguém passa a ter autoridade
Ver arquivo de pesquisa completoteste seu conhecimentoToda a pesquisa