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A ciência da culpa do sobrevivente de demissões: por que manter o emprego pode parecer uma perda
'Pelo menos você ainda tem emprego' é a frase que mantém os sobreviventes de demissões presos. A psicologia organizacional conta uma história mais estrutural: os sobreviventes exibem aumentos mensuráveis em culpa, ansiedade e carga de trabalho, enquanto o engajamento e a confiança na gestão caem acentuadamente. David Noer nomeou o padrão de 'doença do sobrevivente' em 1993, e as décadas de pesquisa de Joel Brockner mostram que como a seleção foi enquadrada importa enormemente — cortes arbitrários amplificam a culpa muito mais do que cortes baseados em princípios. A reviravolta mais cruel nos dados: os sobreviventes não relaxam. Eles trabalham demais, tentando justificar retroativamente por que foram mantidos — um ciclo que agrava o estresse sem restaurar o significado.