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A ciência do fardo do controle do fundador: por que soltar não é fraqueza — é o que os dados chamam de racional
"Não posso pivotar — coloquei tudo nessa direção" e "descansar parece ficar para trás" estão entre os roteiros mais comuns que os fundadores carregam. A pesquisa em comportamento organizacional conta uma história menos heroica, mas mais útil: recusar-se a mudar de curso apesar do feedback negativo é um viés cognitivo bem documentado chamado escalada de comprometimento, não resolução estratégica. Pivotar é trabalho de identidade, não fracasso — fundadores que pivotam com sucesso aprenderam a separar sua autoestima de uma única ideia. E se desapegar do trabalho durante os períodos de recuperação prevê melhor desempenho, não pior. Nada disso torna o peso da decisão menos real. Mas significa que o roteiro antigo — 'a força do aperto em si é a prova de que me importo' — geralmente está sendo lido errado.