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A ciência dos relacionamentos após o divórcio com filhos: desejabilidade, culpa e resultados para as crianças
'Ninguém vai me querer com filhos' e 'Seria um mau pai/mãe se eu namorasse' são as duas histórias que mantêm os pais divorciados paralisados. A pesquisa conta uma história mais diferenciada: estudos mostram que ter filhos reduz o tamanho do pool de relacionamentos a curto prazo, mas tem efeitos negligenciáveis na formação de parcerias a longo prazo para a maioria das pessoas. A culpa por namorar após o divórcio é quase universal — mas não é evidência de má parentalidade. E décadas de pesquisa desde o trabalho fundamental de Mavis Hetherington mostram que o ajuste das crianças depende quase inteiramente de como e quando um novo parceiro é apresentado, não se um pai namora. O roteiro está errado. A ciência é mais útil.