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Amanda J. Rose

University of Missouri

Conhecido por:Batizar e medir a corruminação — a troca entre proximidade na amizade e sintomas internalizantes

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Transforme um pensamento que esta pesquisa explica em um passo claro.

O PENSAMENTO

Se não estamos dividindo problemas, não somos próximas

SUA RESPOSTA GRAVADA

A gente pode ser próxima sem mastigar o mesmo assunto outra vez.

UM PASSO PRIVADO

Abra uma nota privada e escreva o problema em uma única frase. Em seguida, escreva duas colunas: “mais uma volta” e “um desvio pequeno”. Preencha cada coluna com 2 opções de fala suas, sem enviar nada.

Descobertas-chave

  1. 2002

    Em 608 alunos do terceiro ao nono ano, a corruminação — discutir problemas extensamente, especular sobre eles e focar nos sentimentos negativos com um amigo — se relacionou com amizades de maior qualidade e com mais depressão e ansiedade; as meninas relataram mais do que os meninos, o que ajuda a explicar tanto suas amizades mais próximas quanto seus sintomas internalizantes maiores. Co-Rumination in the Friendships of Girls and Boys

  2. 2007

    Acompanhada ao longo do tempo, a corruminação previu aumentos na qualidade positiva da amizade e — especialmente entre as meninas — aumentos nos sintomas depressivos e de ansiedade: o mesmo comportamento trazia um benefício social e um custo emocional, o que o artigo enquadra como as trocas socioemocionais da corruminação. Prospective Associations of Co-Rumination With Friendship and Emotional Adjustment: Considering the Socioemotional Trade-Offs of Co-Rumination

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